Convergências
“Quando se faz da fórmula Pensar com Arte um local de experiência, quando os dois termos são inter-relacionados enquanto matérias constitutivas de um processo, o primeiro desafio é uma proximidade máxima de quem as experencia, na impossibilidade de estabelecer distâncias que possam dar conta – através de um processo produtivo qualquer, obra de arte, texto, relato, etc – do envolvimento exigido. Assim, características da experiência como internalidade e proximidade máxima são contrapostas a um jogo disjuntivo, provocando a abertura e conexão com um lado de fora. Esta abertura não se processa sem o engajamento com os vetores da criação e da invenção, indicando um necessário envolvimento em direção ao novo, à transformação. Acreditamos na necessidade de tal operacionalidade enquanto indicadora dos traços constitutivos da produção de movimento, da instauração de processos, de um funcionamento que vise à problematização do e intervenção no entorno, enquanto ativação do ambiente”.
BASBAUM, Ricardo. Além da pureza visual – p. 60
Nossa, Manú….
Eu preciso conhecer mais sobre isso, pois é nisso que acredito….. é isso que faço…. é isso
que me instiga, mesmo sem fundamento teórico que estou feliz em sabre que há….
me fala nomes de livros, autores, etcc…….
preciso, ler , conhecer, me encontrar , kkkk
Beijocas….
que legaaaaaal ver a sua pegada no blog a pe em brasília. demais. beijoca pra você tbem e pé-na-tábua. ; ) smack.